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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Vitória do PT é vitória do povo!!!


É para sustentar e ampliar o apoio ao nosso projeto nacional de construção e aperfeiçoamento da democracia que o PT entrará na disputa eleitoral em 2012, claro que não deixaremos de lado as políticas sociais de erradicação da miséria, educacionais, de saúde, de esporte e lazer e sobre tudo da ciência e tecnologia, que fazem parte das inúmeras prioridades que norteiam o governo federal, e faz do Brasil a sétima economia mundial. 

Em Itaboraí, na próxima eleição municipal, vejo que será um momento de fortalecimento  e reflexão do PT, o que exige de nós muita unidade interna, harmonizando, é claro, no objetivo comum das aspirações individuais.

Neste sentido, a definição de candidaturas próprias em municípios vizinhos como Niterói, Maricá e Tanguá atestam a disposição da militância de entender a unidade como um forte instrumento para se chegar a vitória nas urnas e a construção - na militância - de uma liderança que tenha o DNA petista.

No próximo ano iremos defender o nosso projeto democrático de desenvolvimento, de universalização e promoção dos Direitos Humanos e a oposição contra qualquer tipo de injustiça social; projetos estes que teem como símbolo a estrela vermelha, carregando eficiência, transformação e inovação para o bem do nosso município. Também, a eleição do próximo ano será um momento de unidade programática com nossos aliados, compreendendo que, neste momento, a necessidade de alianças que devem levar em conta a legítima aspiração de cada partido ao seu crescimento e a posição relativa de força de cada um na sociedade. 

Portanto, para avançar neste caminho complexo teremos que ter muita coragem e disposição para, junto com o povo, irmos às ruas para fazer parte de mais este pleito, que será histórico em nosso município e em nosso partido, é hora de deixar de lado a "quantidade" e buscar maior qualidade nas nossas relações intra-partidária, só assim, um dia em Itaboraí seremos grandes como o PT é e merece!

Meu desejo é que todos tenham um natal fraternal e um ano de 2012 de muita saúde, paz e vitórias.

Vitor Silva
Membro do diretório municipal do PT - Itaboraí.







quarta-feira, 24 de agosto de 2011

PT Itaboraí: "Sim, nós podemos!"

 
Nesses nove meses de governo a presidenta Dilma lançou importantes políticas e programas que contribuem não apenas para a ampliação da inclusão social e o crescimento econômico como também para a geração de empregos e maior distribuição de renda, o fortalecimento da micro e pequena empresa, o desenvolvimento tecnológico e agora a formação profissional dos trabalhadores brasileiros. Tem enfrentado também com êxito as tensões políticas que levaram as mudanças ministeriais e avançou com a política de combate a corrupção sem, no entanto, se submeter à pauta da grande mídia conservadora.

A forte reação da oposição (DEM, PPS e PSDB), torcendo inclusive para o Brasil entrar na crise internacional do capitalismo provocada pelos ditos países desenvolvidos, é consequencia daquele conjunto de medidas que o governo vem tomando para consolidar e avançar no projeto nacional, democrático e popular. Esse é o ponto de partida conjuntural do PT  de Itaboraí para definir a sua atuação na realidade atual.
Desse modo, as tarefas do partido em nosso município não podem deixar de ser também parte integrante da nossa estratégia do ponto de vista eleitoral. Vejo que nossa principal tarefa é a condição necessária para fazermos avançar o projeto municipal democrático e popular e, dentro dele, fortalecer a unidade e o protagonismo da classe trabalhadora e de seus aliados estratégicos das classes médias urbanas e rurais.

Entretanto, mergulho nas complexas responsabilidades de organizar e unir o partido para que tenha traquejo de governar, o PT de Itaboraí afrouxou seus laços com a luta social, isso é grave, por conta de que cada brecha que se abre nessa área, rapidamente é ocupada pelas forças da direita capitalista local. Portanto se faz necessário o elevado tom do discurso petista na cidade para que possamos priorizar a reaproximação do partido com esses movimentos sociais, isso passa por uma reforma interna de entendimento das forças políticas do partido, também o questionamento dos parlamentares entre a relação com o partido e qual relação institucional com o governo? De coalisão ou de oposição?

Enfim, não é mais possível continuarmos com uma atuação tática sem o respaldo social, o PT é um partido das massas populares, o êxito da nossa estratégia municipal, depende obviamente, de atuações políticas corretas dos integrantes da direção do partido, a nossa força contra o poder da oligarquia dominante está no DNA da nossa política, por mais forte que o PT seja no Brasil se não incorporarmos nossos preceitos partidários numa política de aliança e estratégica, difícilmante teremos competência de governar nossa cidade.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Nossa luta é por maior segurança pública com cidadania.

É claro que não podemos deixar de lado a importância da ostensividade da polícia no combate ao crime organizado, mas temos percebido que ao longo dos anos este tipo de estratégia (combater a violência com violência) tem cada vez mais seguido no caminho da falência. Gasta-se muito em material bélico, aparatos tecnológicos, mecânicos, sem falar das baixas de civis inocentes e militares em combate ou não.

Em meio a "guerra" urbana em que vivemos surge a ideia de combate ao crime através da segurança pública com cidadania, através da educação alternativa para nossos jovens, mais cultura e esporte de qualidade e qualificação profissional.

Este pensamento tem como característica o combate a violência por meio da união de política de segurança pública com ações socias. A criminalidade, além de tirar vidas, gerar medo, insegurança e trazer custos altos para o país, principalmente no sistema público de saúde e no comprometimento da força de trabalho, gera um atraso intelectual incontestável, sobre tudo às crianças e aos jovens residentes em áreas de risco.

Hoje no país, e mais especificamente no Estado do Rio, o foco é a segurança com cidadania, na qual a segurança dos indivíduos e da vida em sociedade é prioridade absoluta, é possível pegarmos exemplos de países como Inglaterra e Suíça, onde se combate o crime sem ao menos dar um tiro e ter resultado muito positivo. É possível pensarmos numa segurança deste porte para o nosso município, nosso papel é conscientizar e agir para que a médio e longo prazo possamos ter uma comunidade mais segura e, portanto mais feliz para as gerações futuras.






segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PT: o partido que muda o brasil!!!


PT deve entender as diferenças entre ser partido e ser governo, mesmo sendo um governo que comandamos, como é a gestão da presidenta Dilma.


                                     

A fala do presidente nacional do PT, Rui Falcão, no III Seminário da chapa “O Partido que muda o Brasil”,  nos deu bela oportunidade de debatermos temas importantes para a atuação do Partido dos Trabalhadores no quadro político nacional.

Afirmou Rui da necessidade de nosso partido defender ações e diretrizes que permitam ao País avançar na direção já posta pelas nossas gestões federais de um modelo de desenvolvimento fortemente dotado de mecanismos democratizantes. Vale dizer, mecanismos que redistribuam renda, riqueza e poder aos que compõe classes sociais submetidas, segmentos sociais historicamente marginalizados e populações que vivem em territórios discriminados.
Mostrou o presidente que o PT deve entender as diferenças entre ser partido e ser governo, mesmo sendo um governo que comandamos, como é a gestão da presidenta Dilma.
Quero agregar a estas reflexões o seguinte: que, na relação com nossos governos (e não apenas no plano federal mas nos estaduais e municipais) e dentro dos parlamentos, sejamos capazes de distinguir dentre nossas bandeiras emblemáticas as que estejam também na fronteira que separa as propostas possíveis de serem transformadas em realidade, daquelas que ainda terão que passar por processos longos de acumulação de forças.
Esta fronteira tem largas margens, pois muitas das aspirações que a povoa poderão ser viabilizadas ou não, a depender de nossa capacidade de saber articular no plano político institucional e mobilizar na base social.
Cito algumas questões que estão, pelo menos aparentemente,  nesta fronteira: questões agrárias, tributárias, ligadas aos direitos humanos, às política macroeconômica, e assim por diante.
Vou me ater aqui a uma questão econômica: a política cambial.
O governo federal está certo em estabelecer medidas macro-prudenciais, taxando e controlando o capital especulativo e seu fluxo. Mas o nosso problema de cambio desfavorável não se deve apenas a entrada de capital especulativo.
A dinâmica de nossas exportações, que com a evolução da exploração do pré-sal será cada vez maior, atrai divisas extrangeiras para dentro do País e pressiona para cima o valor do Real. Esta dimensão do problema exige medidas que teriam, a meu ver, que ser implementadas mais cedo ou mais tarde. Mas que têm implicações políticas profundas e portanto requerem que se estabeleça relação forte entre o partido e o nosso governo.
Refiro-me à aplicação de vultosos recursos denominados em moedas extrangeiras em ativos financeiros no exterior através dos nossos dois fundos soberanos; e (b) taxação da exportação de comodities, inclusive as de origem rural.  Quando o partido se debruçará sobre estas questões com a equipe econômica de nosso governo para discutí-las?
Ainda sobre a questão cambial. Hoje, o principal fator de desequilíbrio cambial é que as duas maiores potências mundiais, a China e os EEUU, em simbiose profunda no campo do comércio exterior e de seu financiamento, NAO PRATICAM POLÍTICA DE CÂMBIO FLUTUANTE e privilegiam os seus interesses, exportador um e importador outro, em detrimento de nossos interesses nacionais. Ouso prever que, em breve, teremos que implantar controle do fluxo de capitais, medida de defesa necessária que, inclusive, poderá evitar que tenhamos que substituir o câmbio flutuante pelo câmbio fixo. Mais uma vez, reconheçamos que estas medidas são delicadas e complexas, técnica e politicamente falando, e demandam, de nosso partido, iniciativa de diálogo profundo e intenso com nosso governo e nossas bancadas.
Por fim, algo sobre a taxa de juros. Estou convencido de que nossa curva de taxa de juros básica (a Selic) está situada em patamar mais elevado do que o mercado financeiro mundial exigiria. Hoje o risco Brasil é um dos menores do mundo, o que já é suficiente para fortemente atrair capital externo, que busca sempre, para maximizar ganhos, baixos riscos e altos juros.
Espera-se que estas duas variáveis - juros e riscos - evoluam na mesma direção. Contrariando esta lógica, temos no Brasil baixíssimo risco e altíssimos juros básicos, embora cadentes no longo prazo. Entendamos que uma coisa é a administração da taxa de juros básica ser usada como instrumento de restrição ou expansão da demanda agregada, no combate à inflação. Outra, muito diferente,  é o nivel da taxa de juros de longo prazo, que está ainda em patamar muito elevado face ao demais países do mundo. Com taxa de juros real de cerca de 6% em um mundo que pratica taxas reais próximas de zero ou até negativas agregamos à atração de capitais especulativos externos um fator fortîssimo que ataca nosso câmbio e agride a lógica de se ter juros menores relacionados a riscos menores.
Esta questão exige termos força política e esta não se constrói deixando o governo sob pressão exclusiva dos interesses financeiros (que capturaram, inclusive, a alma do setor industrial). Ao nosso partido cabe não embarcar na crítica infantil ao Banco Central, feita como se não tivéssemos nada a ver com o governo, mas sim atuarmos junto ao nosso governo como força política organizada e sob a condição de sermos o partido do governo, ocupando o espaço político que a sociedade de nós exige.
Não falarei aqui, para não me desviar do foco, na política macro-econômica, da necessidade de aumentarmos a competitividade de nossa indústria pela via tributária, do desenvolvimento científico e tecnológico e da educação, como lembrou bem José Dirceu em sua intervenção no seminário já citado. São fatores importantíssimos que requerem também do partido ser ator ativo no diálogo com o governo, com o parlamento e com a sociedade.
O Partido dos Trabalhadores, com a responsabilidade de quem governa o País, que tem a maior bancada no Congresso e a segunda maior no Senado, tem o desafio de termos a capacidade de interagir com nosso governo, não como mero instrumento de apoio, mas como partícipe da construção das condições de avanço democrático de nosso modelo de desenvolvimento nos planos político, econômico e social.
Por Pedro Eugênio,

Pedro Eugênio é deputado Federal PT/PE e presidente do PT/PE

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Direitos Humanos e cultura de paz.

Os Direitos Humanos são uma importante ferramenta de proteção e defesa da cidadania já que possibilitam ao cidadão um mecanismo na defesa quando qualquer violação a eles acontece, os direitos humanos nascem com o Homem, fazem parte da nossa própria natureza humana e da dignidade que nos é inerente. Inspirada por essa concepção é a declaração universal dos direitos humanos, que aponta a DIGNIDADE de uma pessoa como o bem mais importante a ser protegido e garantido.

Esses direitos possuem algumas características que se identificam com sua natureza, pois fazem parte da própria essência e os diferem de outros direitos. Os direitos humanos são: UNIVERSAIS, pois se estendem a dodas as nações, raças e gênero humano e em todo o tempo; INALIENAVEIS, pois pertencem a essência do ser humano de forma indissociável; INVIOLÁVEIS, nenhuma autoridade ou pessoa pode atentar legitimamente contra eles.

Alem disso, na conferência mundial dos direitos humanos em Viena (1993), ressalta-se que "os direitos humanos das mulheres a das meninas são parte inalienável, integrante e indivisível dos direitos humanos universais" e todas as formas de violência e exploração devem ser eliminadas.

Por isso destaco aqui a importância dos programas MULHERES DA PAZ e PROTEJO diretamente ligado ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), onde são trabalhados temas como: Mediação de conflitos, Juventude: revendo conceitos e preconceitos, facilitador social, relações de gênero, violência contra a mulher, drogas, promoção da saúde, enfrentamento a todas as formas de preconceitos, ética, sustentabilidade e empregabilidade.

Portanto, temos a grande oportunidade de estabelecer uma cultura de paz através das mulheres e dos jovens que trabalham em nossa comunidade através do PRONASCI, têem a garantia da mudança de pagadigma frente suas realidades sociais, investir na comunidade garantindo acesso a informação e a distribuição de renda, ainda não é a garantia, mas o primenro passo de termos dias melhores... dias de paz!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Treinamento e desenvolvimento é investimento e não uma dispesa!


A grosso modo o objetivo do treinamento e desenvolvimento  é preparar as pessoas para a execução imediata das diversas tarefas que o cargo exige, proporcionando oportunidades para o contínuo desenvolvimento pessoal, não apenas em seus cargos atuais, mas também para outras funções mais complexas e mudar a atitude das pessoas, seja para criar um clima mais satisfatório entre elas ou para aumentar-lhes a motivação e torná-las mais receptivas às novas técnicas de gestão.
A responsabilidade em transmitir informações é muito grande, o elemento essencial em muitos programas de treinamento é o conteúdo. O desafio está em repartir informações como um corpo de conhecimentos entre os treinamentos.
Dentro dessa conjuntura o treinamento pode ser conduzido no sentido de elevar o nível de abstração e conceptualização de ideias e de filosofias , seja para facilitar a aplicação de conceitos na prática de recursos humanos, seja para elevar o nível de generalização desenvolvendo gerentes que possam pensar em termos globais e mais amplos, porém todo treinamento tem que ser de natureza retroativa, que possa proporcionar ao indivíduo o que chamamos de feedback.
Com isso, antes de se fazer um treinamento, é indispensável fazer o levantamento das suas necessidades, que corresponde ao diagnóstico preliminar do que deverá ser feito. 
Assim condiziremos as equipes a serem mais preparadas a lidar com o que temos de mais valioso: AS PESSOAS. 

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Segurança pública se faz com cidadânia.

Olá pessoal, é bom voltar a escrever no blog, depois de um mês sem tempo para tal agora volto com novidades pessoais, no último dia 29 de abril pedi minha exoneração do Conselho Tutelar, depois de cinco anos e cinco meses na luta pelos direitos das crianças e os adolescentes subo mais um degrau na escada da vida...
Tomei essa decisão apois conversar com minha família e alguns amigos sobre o convite que recebi do Secretário de Assistência Social e Direitos Humanos do Estado do Rio, meu companheiro Rodrigo Neves para supervisionar o PRONASCI (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadânia) em Itaboraí.
 Bom, como gosto de desafios aceitei o convite porque poderei fazer um ótimo trabalho na comunidade. O pronasci foi criado pelo governo federal (governo Lula) com o objetivo de articular políticas de segurança pública auxiliado por ações sociais  para combater e diminuir a criminalidade nas áreas metropolitanas mais violentas do país.
Sem abrir mão das estratégias de ordem social, buscamos minimizar as causas que levam à violência, valorizamos a família através da auto-reflexão ética do indivíduo na comunidade. 
Focamos nesse projeto (Protejo) os jovens entre 15 e 24 anos que estão à beira da criminalidade, que se encontram ou que estiveram em conflito com a lei.
Para isso, contamos também com a forte parceria do senac que ministra as aulas para os jovens e prepara-os para o mercado de trabalho, sem falar das Mulheres da Paz que fazem um trabalho de conscientização extraordinário na comunidade. Portanto, podemos dizer que é possível sonhar com dias melhores e promover segurança pública com cidadânia.
Vamos todos juntos defender e promover os direitos humanos em nosso município, Itaboraí merece!!!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Depressão: doença silenciosa

Resolvi escrever um pouco sobre este tema por que ultimamente tenho vivenciado no Conselho Tutelar situações lamentáveis no que diz respeito as pessoas que procuram atendimento por conta do desgaste da relação interpessoal no seio familiar. Fala-se muito em defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, e isso é de fundamental importância, haja vista o número de crianças e adolescentes que estão fora da escola e outros tantos que são analfabetos funcionais  (que leem um texto básico, porém não entendem nada do que leram) e outras dezenas de motivos que irão tomar seus direitos básicos.

Bom, para ser prático e ético terei que ocultar os nomes das pessoas do caso que apresentarei aqui, vamos lá: um adolescente, de 13 anos, chamado OPP, não respeita a genitora, não respeita os avôs, não quer estudar e é extremamente rebelde, já pratica pequenos furtos para sustentar sua dependência de cocaína que teve o primeiro contato aos 11anos, enfim, esta é a situação de OPP.

Sua genitora, a Srª. XPP perdeu o emprego por causa do filho adolescente, tem mais dois filhos menores, um de 9 anos e o outro de 5 anos, está grávida de 5 meses do atual companheiro com quem está há três anos, nunca bebeu e nunca fumou, seu filho adolescente já lhe agrediu fisicamente por quatro vezes, da última vez ele jogou uma faca por que ela não quiz lhe dar dinheiro, sorte que a faca bateu nela com o cabo.

A Srª. XPP me falou que prefere morrer do que ficar com esse monstro dentro de casa, que já havia roubado quase tudo para dar em troca da droga, disse que não tem ânimo para viver, que fica horas dentro do quarto escuro, que tem insônia, enxaqueca, não se alimenta direito e chora a maior parte do dia e da noite, que não tem paciência com os filhos, com o marido e está com  gravidez de risco.

Bom, analisemos essa situação complexa, o que vamos dizer a essa mãe? Será que tenho que jogar no seu colo o artigo 22 do Estatuto da Criança e do Adolescente - Aos pais incumbe o dever do sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais. - ou ainda aplicar o artigo 129, III - ECA, Encaminhamento a tratamento psicológico ou psiquiátrico.

E o adolescente? Vendo que o próprio está violando seus direitos em razão de sua conduta poderíamos determinar, dentre outras, as medidas previstas no artigo 101 do ECA, que, diga-se de passagem o adolescente não iria cumprí-las..., enfim, mas quero me ater a fala da mãe, como vive este ser humano que gerou outro ser humano que está lhe matando? Com certeza esta mulher tem fortes indícios de estar sofrendo, dentre outras doenças, de DEPRESSÃO! 

 Depressão é coisa séria, é uma doença sobre tudo silenciosa. É caracterizada por um estado de humor reprimido, melancólico, o indivíduo se sente na maior parte do tempo desanimado, angustiado e com uma tristeza muito grande sem motivos aparentes. Majoritariamente os sentimentos se confundem e a pessoa chega e pensar que não os teem, também é muito comum no meio de uma depressão, as atividades mais corriqueiras do dia-a-dia passam a se tornarem grandes desafios e com isso não se dá mais a importância que tinham, como por exemplo bater papo com amigos, praticar esportes, sexo, enfim, preferem ficar isoladas e só, apartir daí, pode-se ter as  grandes complicações no âmbito do trabalho e no convívio familiar.
Existem várias causas que podem se desencadear numa Depressão, algumas delas são: Morte de um ente querido, separacão matrinônial, pessimismo, estresse, menopausa, parto, traumas, problemas sociais como violência urbana e desemprego... e por aí vai, temos que ficar atentos e buscar sempre, nas pessoas e em nós mesmos, o oposto destas parafernalhas psicológicas.
Ao contrário do que algumas pessoas pensam a depressão tem cura, o mais importante é guando se percebe os sintomas, a pessoa procure imediatamente um profissional especializado (Psicólogo, Psiquiátra, Clínico Geral), por que quanto antes for iniciado o tratamento mais chances tem de abolir a doença e voltar a viver com saúde. É aconselhado a combinação de psicoteraria com o uso, de alguns casos, de medicamentos antidepressivos.

Bom, concluo aqui meu pequeno esboço sobre a depressão, espero que tenha contribuído um pouco. Para você que se identificou com os sintomas ou conhece alguém que os teem, vamos zelar pela vida e pela convivência social mais saudável.
Abraços a todos!!!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Suicídio: um mau irreversivel

Tenho me interressado e me preocupado com o tema - suicídeo - desde a época da universidade, porém não quero me ater aqui aos termos e causas para tentar explica-lo, se é "melancolia", "fulga", "mecanismo de defasa", "reforço positivo"...  enfim, será que podemos evitá-lo? Getúlio Vargas por exemplo já havia anunciado de forma sutil  o seu lado suicida em seu primeiro governo. 

Bom, dentre muitas divergências de ideias pelas causas, um dado é concreto: nos últimos dez anos no Brasil as mortes causadas pelo suicídio aumentaram 17%. Ai vai um pequeno esdudo publicado por Lisandra Paraguassu, Ligia Formente e Rafael Moraes ( Agência Estado ).

"Embora o Brasil não tenha cultura ou tradição suicida, o mapa da violência/2011, divulgado pelo instituto Sangari e o Ministério da Justiça, revela que, das três causas de mortalidade violenta, os suicídios foram os que mais cresceram na década de 1998 - 2008: 17% tanto para a popuação total e tanto para os jovens (com idade entre 15 e 24 anos), as outras duas causas violentas de morte são os homicídios e os acidentes de transporte". 

"O mapa revela uma característica especial entre os municípios com índices exageradamente elevados de suicídios: vários deles são sedes de assentamentos de cominidades indígenas. É o caso de Amambaí e Paranhos, no Mato Grosso do Sul, que encabeçam a lista de suicídios na população total, ou de Dourados, também no Mato Grosso do Sul, e Tabatinga, no Amazonas, que lideram na lista de suicídios juvenis".

Portanto, não podemos ficar de braços cruzados com essa situação, será que nesses municípios teem CAPSI - Centro de atendimento Psicossocial, ou o CAPSI já não está mais dando conta?  Ou não tem psicólogos e psiquiátras suficientes? Porque não temos atendimento no CAPSI 24 horas? Fica ai um questionamento para refletírmos as demandas, no que diz respeito a saúde mental do nosso município, porque saúde é coisa séria!!!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O VOTO

Em ciência política, O sufrágio "(do latm suffragium) é a manifestação direta ou indireta do assentimento ou não assentimento de uma determinada proposição feita ao eleitor, é uma forma de participação e demonstração de interesses dos indivíduos na vida pública, na sociedade política. No fundo é o direito ou a execução do direito de votar. Quando a participação é direta o povo decide os assuntos do governo e quando a participação é indireta são eleitos representantes para que sejam tomadas as decisões".

Sobre este aspecto, o voto é sobretudo a manifestação da opinião, é a expressão do modo de pensar do eleitor, como acontece na democracia direta, pois que, quando ele vota em uma determinada pessoa, manifesta sua concordância às ideias que pretende realizar ou defender na administração do estado ou no poder legislativo. Suposto que cada candidato aos cargos eletivos tem um programa a executar, tem pontos de vista dicotômicos ou não sobre as questões públicas, o voto que o eleitor lhe dá significa - ou era para significar - conformidade com esses pontos de vista, é também uma decisão sobre modos diversos de tratar os problemas da sociedade.

No entanto, não seria razoável considerar o voto como a decisão definitiva e refletida do indivíduo ante todos os problemas políticos, econômicos, jurídicos, filosóficos e sociais que o poder público enfrenta. Exigir uma tal capacidade de cada eleitor seria tornar o voto consciente impossível a uma grande parcela da população, isso por que, deixando de lado a cultura e a experiência excepcional que essa capacidade eleitoral pode ter, a verdade é que majoritariamente, os indivíduos não podem dedicar-se ao estudo dos problemas de governo para ter sobre a solução deles um juízo de valor firmado.
O que é razoável, sim, é considerar que o eleitor tem bastante discernimento para escolher pessoas que, por seus conhecimentos e idoneidade sejam capazes de governar bem, e o voto do povo é uma expressão da confiança que nelas deposita, nesse sentido, o exercício de votar é dar a representatividade e organização da confiança direta do eleitorado aos indivíduos eleitos.

Por outro lado, o voto significa também a participação do indivíduo na vida do estado, demonstra não só o seu interesse pelos destinos da sociedade política a que pertence como é ainda a concretização do seu direito a se fazer ouvir, a influir no governo, a emitir opinião sobre assuntos que lhe concernem diretamente.

Por essas e muitas outras razões, devemos valorizar - do ponto de vista moral e ético - o direito democrático do voto, que desde a redemocratização tem se aperfeiçoado em nosso país e particularmente em nosso município com o início da quebra das oligarquias regionais. Pense nisso!!
 

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Juventude e Autonomia: por uma nova geração de políticas públicas

Nas sociedades contemporâneas, a juventude é a fase do ciclo da vida em que os seres humanos vivenciam, de maneira mais intensa, parte da construção de sua identidade pessoal e coletiva e iniciam a busca por autonomia e independência. A busca por autonomia pode ser vista como uma espécie luta individual pela soberania do próprio corpo, que durante a fase da infância é controlado pelos adultos. 

Com a justificativa da proteção e do cuidado, os pais ou familiares exercem uma forte dominação sob os corpos dos jovens que alcança desde a definição de horários de entrada e saída na casa, passando por restrições à participação em festas ou atividades de convivência, intromissão na escolha de parceiros afetivos, chegando até a interferência na escolha profissional ou pressão para o ingresso precoce no mercado de trabalho, ainda que seja em ocupações precárias.

Evidentemente, as situações de dominação não são homogêneas e nem acontecem em todas as famílias. A tutela pode se alterar em forma e intensidade, a depender da condição social ou religiosa da família. Por este motivo, durante a juventude a maioria das pessoas vivencia conflitos familiares intensos e por conseqüência as alternativas para conquistar a autonomia, que variam também de acordo com as origens sociais. 

Nas classes com maior renda, os jovens optam por estudar em universidades localizadas em cidades fora do domicílio da família. Assim, vivem em moradias individuais ou coletivas (republicas) ou moradias oferecidas pelas universidades (estudantis), aonde podem ter uma rica experiência de liberdade individual longe do controle dos pais. Em outros casos, esses jovens têm a oportunidade de passar temporadas de intercambio em países estrangeiros.

Para os jovens das camadas populares os caminhos para autonomia passam pelo casamento precoce ou gravidez, pela ruptura antecipada com o núcleo familiar quando acabam sendo expulsos de casa devido às escolhas comportamentais, ou pela entrada no mercado de trabalho quando acompanhada de mudança na cidade de origem. Outra forma de conquista de autonomia dá-se quando os jovens de cidades do interior migram para cidades pólo ou capitais em busca de vagas em universidades públicas ou de escolarização (profissional ou média) ou de empregos com maior remuneração.

Por isso, temos defendido a urgência de se formular uma nova geração de políticas de juventude que ofereçam programas viáveis e em grande escala, com objetivo de favorecer e conscientizar a conquista de autonomia pelos jovens.

As atuais políticas de juventude estão assentadas em estratégias de ocupação do tempo livre dos jovens, quando este não é absorvido pelas instituições tradicionais (escola e família). Assim, as políticas, enquanto formas reguladoras dos tempos, funcionariam mais como um elemento de dominação e poder sobre os segmento juvenis, retirando dos jovens qualquer possibilidade de insurgência, na medida em que o seu foco está na transição para a vida e integração sem conflitos no mundo adulto.  

Por outro lado, uma nova geração de políticas de juventude precisará trazer para o seu centro o dever do Estado em prover as condições indispensáveis para o bem estar, a emancipação e reconhecimento dos jovens, promovendo sua criatividade e participação com objetivo de apoiar a busca por autonomia e independência para serem vivenciadas em tempo oportuno. 

A juventude do Partido dos Trabalhadores tem avançado muito do ponto de vista qualitativo, porém, este movimento está centralizado nas capitais ou apoiado dentro dos gabinetes parlamentares, é hora de descentralizar para alcançar outras regiões do estado, aqui em Itaboraí começaremos a discução de filiação da juventude, não só para o fortalecimento do partido, mas principalmente para uma contribuição político-social do município!    


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Oportunidade para a juventude!

A valorização do governo LULA em políticas para a juventude é incomparávelmente superior, pelo menos na história recente do nosso país, do que em outros governos ditos democráticos, se eu fosse aqui esboçar sobre todos (prouni, reuni, Jovem aprendiz, jovem primeiro emprego...etc) ira levar muito tempo.
Com isso, irei me ater ao Programa de Referência da Juventude - PRJ, patrocinado pelo PAC através do ministério da ciência e tecnologia comandado pelo companheiro Mercadante.

Com 1800m2, os CRJs teem cursos profissionalizantes, atividades de tempo livre e toda a parte de documentação para os jovens e com uma novidade, agora de que todos eles passam a ser patrocinados pela Petrobrás.

É a juventude incluída na principal ação nacional do Governo Federal, com parte dos financiamentos advindos da maior estatal do país.  Sem dúvida há maior compreensão do Poder Público em exaltar o papel dos jovens para a contribuição e o desenvolvimento do nosso país, mas também da forte articulação política  para tirar os planos do papel. Bom, um projeto como  esse é que a nossa juventude itaboraiensse precisa e estaremos concentrando nossas forças para trazê-lo.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Estresse e trabalho: um problema constante nas organizações contemporâneas.

Esta pequena introdução tem como objetivo nos fazer pensar sobre às causas e reações do estresse nas áreas da vida humana, mais especificamente na relação do homem com o trabalho. Atento à complexa mudança que tem acontecido no mundo do trabalho, cogita-se em aprofundar-se no estudo do estresse causado por esta vertente.

O estresse, o mau-do-século como tem sido chamado hoje em dia, faz parte da vida do ser humano, em maior ou menor grau. Fator de desgaste para muitos, é dicotômico da boa qualidade de vida e do bem-estar, tem como facilitador do seu surgimento muitas situações características da nossa contemporaneidade, dentre elas, a má alimentação, o sedentarismo, a agitação do trabalho e o consumo exacerbado de produtos que estão para além das necessidades do homem.

Os males relacionados ao estresse são considerados um grande problema por que resultam, tanto para empresa quanto para o trabalhador, em perdas incontáveis de dias por faltas ao trabalho; em baixa produtividade; em decisões equivocadas. A condição do mercado de trabalho tão competitivo – muitas das vezes desleal – submete o profissional à extrema pressão, freqüentemente associada ao local de trabalho, e decorre ao longo do tempo, com prejuízo da motivação e, conseqüentemente, do desempenho, levando-o ao estresse.

O perfil do que se diz ser de um bom profissional para as empresas, passa por características de “semi-deuses”, onde devem existir absolutamente todas as características de um ser perfeito: criativo, ótima comunicação, competente, disposto, grande poder de concentração, sabe mandar e sabe receber ordens, saber ouvir e se colocar, sabe estimular o crescimento do grupo e dos indivíduos além de almejar também para si e para a empresa, o crescimento. Tem muito boa aparência e alto grau de compreensão do comportamento humano e tem facilidade em lidar com ataques histéricos dos patrões, sem se abalar quando chamado de incompetente, ou quando for colocado sobre seus ombros a responsabilidade de um erro a respeito de algo que na verdade não lhe competia, pois tem alto poder de análise e um emocional impecável e saberá discernir, esclarecer e apaziguar o conflito, sem se abalar.

E por aí segue a lista dos poderes dos “super-heróis” imaginários e o que é pior, exigidos que apareçam e encarnem em todos os funcionários. Esse mesmo padrão utópico, profissional, é estabelecido também para diversos setores de nossas vidas, pois existem padrões estéticos onde a beleza física é um padrão irreal, que existe apenas nas revistas e passarelas. Existem também inúmeros padrões para os comportamentos e sentimentos, onde são estabelecidos padrões para o relacionamento ideal dos pais com os filhos, de filhos com os pais, padrões para as amizades, para os relacionamentos amorosos, enfim, temos modelos ideais em todos os setores de nossas vidas, onde devemos nos encaixar de uma forma ou de outra.

É realmente impossível viver feliz sem o carro do ano ou um celular? O homem trabalha no que realmente gosta? Podemos ser amados pelo que realmente somos em vez de sermos amados pelas nossas aparências? Quem realmente somos? Que consequências esse ideal de vida irá afetar  a saúde mental do Homem?

Com isso, o estresse tem se tornado cada vez mais popular e íntimo do homem moderno. Ao decorrer da história tivemos enormes avanços tecnológicos no campo do trabalho, mas ao mesmo tempo em que é uma conquista, traz, para quem trabalha no berço capitalista, o germe do seu desgaste e sofrimento.

Pense nisso e dê sua crítica, elogio ou sugestão. 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Direitos Humanos e Educação: uma escola democrática


Geralmente guando se fala em "direitos humanos e educação"o que vem a mente é a violência criminal que envolve os jovens no ambiente escolar. O grande fator contribuinte da violência, em especial nas médias e grandes cidades brasileiras, é a segregação entre as classes socias, está na separação dos altos muros escolares rodeados por câmeras, das grades e cercas elétricas que separam os condomíneos do resto do mundo, com isso pode-se acrescentar a segregação armada das empresas de segurança dos bairros nobres ou dos vigilantes e vigias das periferias, surge também o blindado que dá a sensação de "segurança".
Esta segregação cria barreiras imaginárias e irraizadas aos jovens: o temor, o pânico, o ódio, enfim a desconfiança sempre tem lugar quando estão ausentes o convívio sadio e o diálogo. Este é o contexto em que estão se formando grande parte das novas gerações. Se no passado a escola pública reunia estudantes de diferentes níveis socias e de diferentes pensamentos, aproximadamente nas últimas três décadas ela abandonou definitivamente este papel, sendo exclusiva apenas aos jovens de baixa renda, então as crianças de classe média alta crescem sem o contato com crianças mais pobres e passam toda a infância e juventude "protegidas" pelos muros altos, pelo carro blindado, etc, de ambos os lados, criam-se medos e preconceitos que geram a incapacidade de ver no outro um semelhante da mesma espécie, potencializando assim as manifestações de violência.
Em quase seis anos de Conselho Tutelar tive a oportunidade de ver muita coisa, em algumas das palestras que ministrei para um grupo de jovens do terceiro ano do ensino médio de uma escola pública municipal tinha como objetivo conscientizá-los dos seus direitos e deveres como alunos e como cidadãos, lembro-me bem deste episódio por que era a última semana de setembro de 2008, ou seja, última semana para o dia das eleições municipais daquele ano. Procurei interagir ao máximo com o grupo através de dinâmicas e músicas, por fim o que eu queria era ouví-los, então já na etapa final do encontro lancei as seguintes perguntas: O que acham das propostas de plano de governo educacional que os candidatos à prefeito teem? Resposta: silêncio. Lancei mais uma: Quem já tem candidato à vereador e qual a causa de estar votando nele? Para minha surpresa a minoria já havia se decidido por alguém com as diversas causas do tipo: "Vou votar nele por que minha mãe pediu." "Voto nele por que ele é gente boa, está sempre fazendo umas festinhas para a comunidade." O revoltato cheio de razão diz: "Vou votar em qualquer um por que são todos iguais, não vai mudar nada mesmo!"
Depois de algum tempo, o grupo foi se soltando, as ideias foram surgindo e o debate foi ficando qualitativamente melhor, pelo menos consegui provocá-los a pensar e a questionar em que lugar estão no mundo, com isso, nos dias seguintes fiquei pensando nestas disparidades da nossa realidade e ví que não basta apenas dizer que a educação é a saída, não basta combater a criminalidade e os diversos tipos de violência com a educação, pelo contrário, deve-se tomar muito cuidado para a educação não se tornar um combustítel para ela.
Uma das saídas neste caso é a educação política presente nas escolas, por que já dizia o filósofo: "O mau de quem não quer saber de política é que ele será governado por quem gosta muito."
Como estamos educando nossas crianças? Em que tipo de alienação elas estão vivendo, a alienação da alta sociedade ou a da baixa renda?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Novas configurações familiares e os desafios para a psicologia.

Acompanhando as práticas da sociedade, as políticas públicas veem alterando os conceitos de família com os quais trabalham. A constituição de 1988 abandona ideias de legislações anteriores sobre o poder e a soberania do marido ou do pai, trazendo a tona iguaudade de direitos e deveres entre o casal. A lei reconhece a união estável e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes, além da igualdade dos filhos de origem biológica ou socioafetiva.
O Estatuto da Criança e do Adolescente entende por família natural a comunidade formada pelos pais ou por qualquer deles e seus descendentes, considerando também a família extensa, formada por parentes próximos com os quais a criança ou o adolescente convive e mantem vínculos diversos.
Por isso atentemos para a importância que a família, seja ela tradicional, nuclear ou substituta, tem para que seres humanos garantam seus direitos de igualdade, afinal de contas a família representa um grupo social primário que influencia e é influenciado por outras pessoas e instituições. Em meio a esta complexa configuração de ideias e costumes, como ficam os consultórios psicológicos, as terapias familiáres a esta interrelação subjetiva do psicólogo? A verdade é: quem trata precisa de tratamento!